DEPUTADO WELITON PRADO É ELEITO PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA
O parlamentar também é presidente fundador da 1ª Comissão Especial de Combate ao Câncer, Doenças do Coração e AVC e já presidiu em 2024 a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Weliton Prado destaca que a Comissão vai atuar na fiscalização e acompanhamento das investigações e providências sobre as fraudes envolvendo o Banco Master e os empréstimos consignados do INSS que afetaram milhares de aposentados, pensionistas e Fundo de Previdência. "Não podemos aceitar de maneira nenhuma impunidade. Tem que ter punição e devolução dos valores roubados dos aposentados", afirmou.
Weliton Prado, inclusive, é autor do Projeto de Lei 6261/2025, que endurece as penas e o combate a crimes contra o sistema financeiro nacional, aumentando a proteção aos fundos de pensão e aos aposentados. Prado também assinou os requerimentos de criação de CPIs do Bando Master na Câmara dos Deputados e Mista do Congresso. "Vamos atuar também no combate aos graves abusos cometidos pelos planos de saúde, como reajustes abusivos, negativas de cobertura de procedimentos e cancelamentos unilaterais de contratos. Vamos votar a Política Nacional de Proteção Continuada à Pessoa em Tratamento de Saúde e o Programa de Combate à Violência contra Idosos na questão financeira e ações no combate a violência sexual, física, maus-tratos, negligência, abandono e violência institucional", destacou Weliton Prado.
O deputado destacou o projeto de lei que apresentou que cria a Política Nacional de Reabilitação, para organizar a rede de atenção à reabilitação no SUS, e as ações conjuntas com a Comissão Especial de Combate ao Câncer, Doenças do Coração e AVC.
Outros pontos que serão discutidos na comissão são o Plano Nacional de Cuidados e de apoio aos cuidadores, ampliação dos programas que promovem o turismo, a cultura, o bem-estar, acessibilidade e convivência social, casas de apoio aos idosos, instituições de longa permanência e hospitais de cuidados paliativos no Brasil.
Assessoria de Imprensa
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