PAIS, PREPARAM OS BOLSOS, MATERIAIS ESCOLARES ESTÃO ATÉ 6% MAIS CAROS

Nov 24, 2025 - 08:45
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PAIS, PREPARAM OS BOLSOS, MATERIAIS ESCOLARES ESTÃO ATÉ 6% MAIS CAROS
Renata Martins ficou impressionada com o preço de um livro para a filha - (crédito: Fotos: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)


A orientação é para que os responsáveis pesquisem com antecedência e busquem lojas que atendam melhor às necessidades e às condições financeiras das famílias

 Com a chegada do fim do ano, as preocupações financeiras começam a aparecer. Além das preparações para datas comemorativas, viagens e presentes, outro gasto aperta o bolso dos pais - a compra de material escolar para os filhos. O Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório, Papelaria e Livraria do Distrito Federal (Sindipel-DF) informa que os itens escolares devem ficar até 6% mais caros em 2026. Com dois filhos ainda na escola, Edna Gomes, 40, empregada doméstica, revela que o aumento dos preços de itens de papelaria compromete o orçamento da família. "Com tudo mais caro, preciso fazer várias pesquisas, optar por produtos mais baratos para conseguir comprar tudo o que é pedido na lista", explica. Ela conta que costuma fazer as compras em papelarias das cidades satélites, onde os preços são mais acessíveis. 
Segundo Edna, o que mais pesa no bolso são as mochilas e cadernos, pois o preço tem subido muito: "No caso desses itens, prefiro comprar mais simples e de marcas menos conhecidas".
Segundo o Sindipel-DF, o reajuste, que pode variar de 4% a 6%, dependendo da categoria do produto, considera a recomposição de custos de produção ao longo de 2025. No caso dos materiais de fabricação nacional, a expectativa é de reajustes mais moderados, próximos do piso dessa faixa, uma vez que esses produtos sofrem menos influência direta da variação cambial. Entram nesse grupo itens, como cadernos, lápis, borrachas, cola, parte dos papéis e produtos de linha mais básica. Materiais importados, como mochilas, lancheiras, estojos e alguns artigos de marca ou licenciados, tendem a se aproximar do teto da faixa de reajuste, chegando aos 6%. 

  Da Redação com Correio Braziliense

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