SICREDI PLANALTO INAUGURA SEGUNDA AGÊNCIA EM PATROCÍNIO ACREDITANDO NO POTENCIAL ECONÔMICO DO MUNICÍPIO
Foi inaugurada na terça-feira, 9/12, a segunda agência do Sicredi em Patrocínio, ampliando a presença da cooperativa de crédito no Município. A nova unidade está situada na Avenida Faria Pereira, próxima à Igreja Nossa Senhora de Fátima. A cerimônia, bastante concorrida, contou com a presença do prefeito Gustavo Brasileiro, empresários, produtores rurais e representantes de diversos segmentos da sociedade local. O padre Geraldo Magela, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio, deu as bênçãos e aspergiu água benta sobre todos os presentes.
O Sicredi possui mais de 3.300 agências em todo o País. A Sicredi Planalto, especificamente, soma 42 unidades, sendo 18 em Minas Gerais, duas delas em Patrocínio e as demais no Rio Grande do Sul.
O superintendente Leandro Wallau ressaltou que, enquanto os grandes bancos fecham agências, o Sicredi segue na direção oposta, ampliando seu atendimento.
O gerente-geral, Fúlvio Barbosa, destacou a força econômica de Patrocínio, especialmente no Agronegócio, e observou que poucas cidades do mesmo porte contam com duas agências do Sicredi. A nova unidade funcionará como agência de negócios, diferente da primeira instalada no Município. O espaço contará apenas com caixas eletrônicos, sem atendimento de caixa presencial, sendo totalmente voltado ao relacionamento e à oferta de soluções financeiras para associados e para a população em geral.
O prefeito Gustavo Brasileiro deu as boas-vindas e destacou que o potencial econômico do Município motivou o Sicredi a investir novamente em Patrocínio e inaugurar uma segunda agência.
O secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Pedro Lucas, comemorou mais essa conquista para o Município e comentou sobre o projeto de Lei da Liberdade Econômica, que será encaminhado à Câmara Municipal. A proposta prevê a dispensa de alvará para atividades classificadas como de baixo risco, conforme resolução da CGCI-MG. A mudança abrange empreendimentos que não operam com estoque e não têm exigências específicas de segurança. Nesses casos, a abertura do negócio poderá ocorrer sem a necessidade de solicitar alvará ou pagar as taxas relacionadas ao documento.
Qual é a sua reação?










