CIRURGIAS ELETIVAS FICAM MAIS RÁPIDAS E AMPLIAM O ATENDIMENTO
Com investimento superior a R$ 1,2 bilhão e mais de 3,5 milhões de cirurgias realizadas, o programa "Opera Mais, Minas Gerais" amplia o acesso e reduz o tempo de espera
Houve um tempo em que realizar uma cirurgia eletiva pela rede pública, especialmente no interior de Minas Gerais, significava enfrentar longos meses de espera e deslocamentos para grandes centros urbanos. Esse cenário vem mudando de forma consistente nesta gestão, a partir do fortalecimento da rede hospitalar regional promovido pelo Governo de Minas, por meio do programa "Opera Mais, Minas Gerais".
Para o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, o Opera Mais se consolidou como uma das políticas públicas mais bem-sucedidas da saúde em Minas. “O programa conseguiu reduzir de forma rápida o tempo de espera e reorganizar a rede hospitalar em todo o Estado. Cirurgias que antes levavam anos para serem realizadas, hoje acontecem em poucos meses e, em muitos casos, em poucos dias”, afirmou. A reorganização da rede assistencial também trouxe ganhos expressivos na relação entre diagnóstico e tratamento, especialmente nas cirurgias eletivas, que, embora não sejam de urgência, são fundamentais para a qualidade de vida, a prevenção de agravamentos clínicos e a redução de sequelas.
RETOMADA DAS CIRURGIAS APÓS A PANDEMIA
Criado em 2021, o Opera Mais surgiu como resposta direta ao represamento de cirurgias durante a pandemia da covid-19 e se consolidou como um dos principais programas de ampliação do acesso à saúde no estado. Desde o início da iniciativa até novembro de 2025, Minas Gerais já contabiliza mais de 3,5 milhões de cirurgias eletivas realizadas pelo programa.
Para viabilizar esse avanço, o Governo de Minas já destinou mais de R$ 1,2 bilhão em investimentos diretos, ampliando a capacidade instalada da rede SUS, qualificando o financiamento dos procedimentos e estimulando a produção cirúrgica em todas as regiões do Estado. Os recursos são repassados de forma descentralizada, priorizando municípios de pequeno e médio porte e fortalecendo a lógica de regionalização do atendimento. Com isso, hospitais que antes tinham atuação restrita passaram a realizar desde procedimentos ambulatoriais até cirurgias com necessidade de internação, garantindo maior resolutividade local.
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